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Cultura de segurança na prática: como diagnosticar e evoluir a maturidade da sua organização com o modelo Hearts & Minds
Cultura de segurança não se mede apenas por procedimentos, treinamentos ou auditorias. Ela aparece no comportamento real das pessoas diante dos riscos, da pressão e dos erros. O modelo Hearts & Minds ajuda a diagnosticar a maturidade da organização e mostra caminhos para evoluir de uma segurança baseada em obrigação para uma cultura mais participativa, preventiva e integrada ao dia a dia.
Rogério Telmo
há 1 dia4 min de leitura


O contexto direciona o comportamento: como o sistema influencia decisões no trabalho
O contexto direciona o comportamento. Por isso, quando uma decisão insegura acontece, a pergunta mais importante não deve ser apenas “quem errou?”, mas sim “quais condições influenciaram essa escolha?”. A filosofia HOP ajuda organizações a entenderem o trabalho real, reduzir julgamentos simplistas e construir sistemas que favorecem decisões mais seguras, inteligentes e sustentáveis.
Rogério Telmo
há 6 dias8 min de leitura


Por que culpar pessoas não melhora a segurança: entendendo o segundo princípio do HOP
Culpar pessoas pode parecer uma resposta rápida quando algo dá errado, mas raramente melhora a segurança de forma duradoura. A filosofia HOP mostra que erros acontecem dentro de sistemas, pressões e condições reais de trabalho. Em vez de buscar culpados, organizações mais maduras buscam entender o contexto, aprender com o trabalho real e fortalecer uma cultura mais humana, aberta e inteligente.
Rogério Telmo
13 de mai.7 min de leitura


O erro humano é inevitável: o que isso significa para a segurança do trabalho
O erro humano é inevitável mas acidentes graves não precisam ser. A filosofia HOP propõe uma nova forma de olhar para a segurança: em vez de buscar culpados, a organização passa a compreender o contexto, as pressões e as condições que influenciam as decisões no trabalho real. Esse olhar fortalece a aprendizagem, melhora os sistemas e torna a segurança mais inteligente.
Rogério Telmo
8 de mai.6 min de leitura


Segurança Psicológica e Comunicação: por que a forma de falar impacta a cultura organizacional
Segurança psicológica e comunicação caminham juntas. A forma como líderes e equipes conversam define se as pessoas se sentem seguras para falar, questionar, relatar riscos e admitir erros. Quando há escuta, respeito e abertura, a cultura organizacional se fortalece. Mas quando a comunicação é marcada por julgamento e medo, o silêncio cresce e com ele, os riscos invisíveis.
Rogério Telmo
6 de mai.5 min de leitura


Do julgamento à escuta: como aplicar CNV em conversas difíceis no ambiente de trabalho
Conversas difíceis fazem parte da rotina das organizações, especialmente quando envolvem erros, feedbacks delicados ou conflitos entre equipes. O problema raramente está no tema da conversa, mas na forma como ela é conduzida. A Comunicação Não Violenta (CNV) ajuda a transformar julgamento em escuta, reduzindo defensividade e criando espaço para entendimento, aprendizado e melhoria nas relações de trabalho.
Rogério Telmo
24 de abr.5 min de leitura
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